segunda-feira, 12 de março de 2012

O Problema Do Namoro


Vamos começar do início, porque ninguém tem problemas sem procurá-los -tá, às vezes a gente não procura, mas enfim.
Quando a gente quer namorar, idealizamos um ser de outro mundo: um ser humano perfeito, bonito, carinhoso, prestativo, paga suas contas, é fiel e protetor. Tá bom pra você? Acrescente também as ilusões que ele só têm olhos pra você e que ele sempre vai concordar com tudo que você disser. Madonna já disse em Future Lovers:"Não existe um amor como um futuro amor".Engano, e quem namora ou já namorou sabe que não é assim. Namorar é um problema matemático monstruoso, daqueles que você olha na folha do caderno e pensa "Pelo amor de Deus..." São tantas potências, chaves, colchetes, raiz quadrada e o diabo a quatro. Tudo é complicado e quando cometemos um erro é tão difícil de se apagar e refazer. Têm horas que se torna exaustivo e você quer desistir. "Deixa que outra pessoa resolve", você pensa, mas na realidade o que nós gostamos mesmo no final das contas, é de ficarmos vidrados nesse problema.
Namoro que é namoro faz a gente pensar, quebrar a cabeça, refletir determinadas decisões. Namoro que é namoro não são só alegrias, envolvem também lágrimas e drama, muito drama. Esse desafio todo nos acrescenta, nos motiva e de quebra ainda preenche o vazio de quando não estamos com alguém.
Enfim, quero que esse mês de problemas se estendam por mais dias, por mais anos. E que ele some, subtraia, divida e multiplique coisas em mim, mas que no final me deixe feliz.

Meu nome é amor problemático.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Rápido demais pra viver, jovem demais para morrer.


Algumas vezes reflito o porquê de gostar que as coisas aconteçam rápido, o porquê da minha pessoa gostar que as coisas se encaminhem logo pras direções (certas ou erradas) tão rapidamente, ou porque quero tanto respostas no início de tudo. A conclusão que cheguei é que tenho sede pela vida e pelas coisas que me interessam nela. Acho que tenho que viver o hoje por não saber se meu amanhã realmente vai acontecer.
Sinceramente é meio clichê isso tudo, mas é assim que me sinto, é assim que gosto de ser. Talvez seja um jeito arriscado de se viver porque faço muitas apostas, e apostas altas em um curto espaço de tempo mas quem não se arrisca tanto também não se diverte tanto e tenho certeza que estou me divertindo bastante.




“Então pare de reclamar, pare de exigir perfeição de si mesmo, pare de querer encontrar lógica pra tudo, pare de contabilizar prós e contras, pare de julgar os outros, pare de tentar manter sua vida sob rígido controle. Simplesmente, divirta-se.”

— Martha Medeiros

Meu nome é foguete, só que não KK

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O Mal se veste melhor



E eu aqui refletindo sobre o que escrever, ai pensei: "vou escrever uma coisa divertida, coisa de drama nem cola mais". Eis que depois de chegar ao nirvana e concentrar meu chi apareceu algo - algo bem fútil pra falar a verdade - sobre o que escrever: o fascínio que os vilões oferecem sobre nós, seres humanos (hahay, esse "nós seres humanos foi bem Discovery Channel), ou melhor em mulheres e meninos que curtem meninos (não gosto dos sinônimos pra esse tipo de coisa tá? posso? Pois bem..)
Como uma pessoa que gostava de ser a power ranger rosa em seu íntimo começa a desenvolver gosto em personagens do mal? Eu digo: o mal é bem mais legal porque se veste melhor, geralmente são mais engraçados e fazem coisas que às vezes temos muita vontade de fazer, tipo matar alguém -quem nunca né?.
No fundo todos nós temos mais um lado mal que um bom, a gente se identifica mais com eles do que com os mocinhos. Provas de que todos temos um lado maléfico:
*Você já matou algum ser vivo, pode ser até uma formiga.
*Já pisou na grama
*Já jogou a culpa em outra pessoa, sendo você o culpado
*Já contou um segredo que lhe confiaram

Mocinhos são tão bobos, levam um tapa e dão o outro lado pra baterem mais. É um tal de não posso, é errado, homiii quem é assim hein? Eu até conheço, mas confesso, acho bastante retardado esse tipo de gente. E nem se vestem bem. Sabe uma mocinha que eu gostei? A Ana Francisca (risos pra esse nome) de Chocolate com Pimenta, ela era uma demente, coitada, foi humilhada mas casou, ficou milionária e voltou botando pra f**** no povão. Pra mim os mocinhos deveriam ter esse lado também.
Enfim, tem as vilãs da vida real também como Lindsay Lohan, Paris Hilton, Suzane von Richthofen (relevem essa, mas achei válido, apesar do que ela fez não ter sido divertido) e assim vai...

Por isso, de vez em quando, vistam sua roupa de Darth Vader (Star Wars), empurrem seu problema escada abaixo como fazia Nazaré Tedesco (Senhora do Destino) e jure de pé junto que não foi você como fez Flora Pereira (A Favorita).

Dona Irene o que você achou do texto?
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Meu nome é Tereza Cristina, porque hoje é dia de postar bebê -NN

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

I'm Going Bananas


Então, hoje, eis que eu tava muito refletindo sobre o porque dos roteiristas de desenho animado usarem uma casca de banana pra representar um tropeço na vida de uma personagem...
Sinceramente, quem já escorregou numas casca de banana?? sério, nunca escorreguei nela... Mas PQP, quantas vezes eu escorreguei numa falsa ambição, num amor que não valia a pena, em uma briguinha imbecil... tantos escorregos e nenhuma vez foi em uma casca de banana.
Esse ano que tá acabando é baseado nos grandes tropeços que eu dei, porém, como eu aprendi com essas minhas quedas. O resultado é que assim eu estou me tornando uma pessoa melhor, acho que cresci mais esse ano do que qualquer outro que eu tenha passsado. Conheci pessoas, esqueci de algumas, curti bons shows, boas baladas, escondi segredos, revelei outros, me apaixonei,me arrependi de ter me apaixonado, gostei de pessoas, as feri sem intenção, sai de casa, voltei pra ela, tive que sair da faculdade, me senti perdido, me encontrei. Hoje, nesse momento eu to bem, não sei amanhã ou daqui a duas horas, mas quem sabe? Só quero que ano que vem tudo seja melhor, sem tantos tropeços -por mais que eu aprenda com eles, não quero nenhuma surpresa ruim e sim usar o que aprendi esse ano. Contudo 2011 ainda tem 10 dias pra me surpreender.
Beijos, Boas Festas e viva as cascas de bananas, e as bananas. -NNN

Ps.: Acho que esse blog ja deu, vou criar outro mais divertidinho.. esse tem drama demais, vou deixar pra o passado.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

To Justify My Love

Depois que me apaixonei e fui deixada por você, me sinto como uma prostituta nua, me oferecendo pra o pimeiro cara que me quiser. É algo como fosse buscar o seu amor nos corpos dos outros. Mas a cada pessoa que me deito, sei que você é o único que me faz bem, porque sei que não estava comigo apenas pelo sexo, estava comigo pelo amor e assim eu me sentia segura.
Queria voltar ao nosso velho quarto de hotel, onde éramos livres e você respirava no meu ouvido fazendo com que eu viajasse.
Eu sempre vou esperar você justificar meu amor. Quero, preciso, espero por você para justificar meu amor. Desejando, queimando, por você, para justificar meu amor.


Meu nome é paixão.

Ps.: Queria escrever algo em homenagem ao BDay da Madonna, por isso peguei essa foto e decidi escrever qualquer coisa inspirado na foto. #fail. Enfim..Só estou justificando meu amor pela Rainha do Pop.

sábado, 13 de agosto de 2011

Sentindo Sua Presença


Certa vez, em um certo caminho, achei um esqueleto no meio do meu caminho. Na hora nem dei muita importância pra tal imagem largada no chão, mas de alguma forma, quando continuei a andar, o esqueleto se enganchou na minha roupa e chegou as minhas costas da forma mais sobrenatural possível. Confesso que fiquei com medo, mas gostei do mistério e quando vi já tinha me apaixonado pelo corpo "sem vida" que muitos julgavam sem valor algum. Passado alguns dias, quando dei por mim a caveira tinha me abandonado... Tão misterioso foi o seu sumiço quanto seu aparecimento... Eu chorava de saudade. Sofria pela sua falta e pelo seu fantasma que vez ou outra me aparecia e me fazia lembrar o tempo que passei com o esqueleto. Mas mesmo assim, fui forte e aos trancos e barrancos continuava a andar. Triste, mas continuava.
Com o passar do tempo cansei do meu caminho e resolvi trilhar por outra estrada e olha só, por essa outra rota achei um novo esqueleto, que em nada parecia com o outro, a não ser pelo ar de mistério - o que sempre me fascina. A caveira, como a outra chegou até as minhas costas, essa muito mais rápida do que a outra. Achei seu sua atitude bonita e sincera e mais uma vez me apaixonei por um monte de ossos. Não passaram muitos dias, e a caveira #2 me trocou por uma flor que tinha na beira de um rio. Senti-me mal, fraco, traído, mas mesmo assim eu tinha que prosseguir, e continuei a andar como continuo até hoje. O que mudou na minha vida desde então? Bem, não tenho mais paz. Tenho dois fantasmas que me rondam e vez ou outra me surpreendem - pra não dizer que me assustam. E o pior de tudo é que ainda posso sentir o peso dos esqueletos nas minhas costas. Sempre.


Agora vou dar boa noite a lágrima que escorreu pelo meu rosto, dar adeus ao sorriso que se foi e repousar na tortura que se chama lembrança.

Dedico o texto as duas pessoas que gostei de verdade.
Meu nome é marca.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Light My Fire

O tempo de luto dura apenas o tempo que se quer ficar de preto, que se quer ficar no escuro. Tempos acabam, e como uma bomba prestes a explodir, meu tempo chegou a contagem final.
E em um quarto escuro, onde só estejam presentes nós dois, não será o fogo da vela que vai me acender, e não vai ser a água que vai poder me apagar...



Come On Baby Light My Fire